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dimanche 7 décembre 2014

summer job ... ah, o verao de 2008

.... Uma das coisas que o enfermeiro estrangeiro mais quer quando chega ao Québec é receber a resposta da OIIQ dizendo que ele pode começar os trâmites para conseguir vaga num curso de integraçao ou no estagio.
E isso eu consegui depois de UM ANO (!!!) de Canada. Meu processo estava encaminhado desde minha saida do Brasil, mas a USP cometeu um erro grosseiro na documentaçao, que me rendeu meses e meses de espera suplementar.

Quando a resposta saiu, eu fui procurar o CEGEP mais perto de casa, o CVM (Cegep du Vieux Montréal = infos sobre o programa AQUI (AEC - CVM) .

Fiz a prova, fiz a entrevista. E ... fui aprovada para a sessao de outono-2008! (estavamos em maio, se nao me engano rs ... faz tanto tempo ...) .

Nesse meio tempo, vi um anuncio no Jornal metro para **enfermeiros** no Club Med. Apliquei, de alegre. Para os interessados, informaçoes sobre ser enfermeira no Club aqui = nurse @ ClubMed

E depois de um processo interessante que incluiu entrevista telefônica, dinâmica de grupo dançando crazy signs e entrevista individual em francês, inglês e espanhol (UFA!), fui aprovada!

Meu local de trabalho = Punta Cana!
Meu contrato = 6 meses

OPS!!

Fui ao CVM, convenci a diretora a me deixar começar o AEC com a turma do hiver-2009 (janeiro), pois teria assim condiçoes de cumprir o contrato e juntar uma graninha (a essa altura do campeonato, as reservas que trouxe ja haviam desaparecido rs ... dica da tia = traga mais $$ do que recomendam!)

Tudo acertado com o Cegep, hora de encarar 6 meses no Caribe. 

Nao sabia o que esperar, estava aberta aos desafios.

E tive alguns!

Enfermeiros no Club Med sao também *GO* (gentils organisateurs) entao eu deveria seguir o protocolo padrao : sentar com GM (gentils membres, os hospedes), cantar e dançar os crazy signs, participar das atividades sociais, usar a camiseta do dia (cada dia é uma cor de camiseta, recebemos todas quando chegamos, é o *uniforme*) e afins.

Mas, tudo isso, sendo enfermeira! Meus horarios de clinica eram das 8 às 12 e depois das 15 às 18. Mas ficava disponivel entre 12 e 15 e depois ficavamos de sobreaviso para o periodo da noite em dias alternados (eramos 2 enfermeiras). Recebi telefonemas às 3 da manha sobre GM reclamando de dor de cabeça (e dai nao basta dar um Tylenol, devemos avaliar e decidir se chamamos ou nao o médico). Recebi casos de desidrataçao infantil e diarréia do viajante (vaaaaarios casos). Varios casos de otites, queimaduras solares, queimaduras apos contato com agua viva, entorses ... até uma crise histérica e um caso de intoxicaçao alcoolica passaram pelo meu caminho ... Fazia também a parte de educaçao e prevençao com os outros GO, nos modulos de RCR e salvamento. Sem contar com a parte burocratica, controle de agua, relatorio de casos de diarréia para a Central, descriçao de acidentes mais sérios, etc.

Era pauleira! As atividades de GO terminavam por volta da meia noite. Os chamados no meio da madrugada eram frequentes, alguns eram resolvidos por telefone, outros exigiam a nossa presença e a do médico na enfermaria (eu ia de bicicleta, imaginem atravessar o Village!). Tive alguns (poucos, felizmente) casos de hospitalizaçao.

Dormia pouco, trabalhava muito. Tinha 1 dia de folga na semana, aproveitei para conhecer a Republica Dominicana (GO podem participar das excursoes de graça, oferecem 1 ou 2 lugares por grupo. Fiz 3 excursoes, foi bem legal). Enfim, foi **toute une expérience**

O Village em Punta Cana é bem grande =
source http://www.clubmed.us/img/evenementiel/115/3D-maps/image/Food-Wine-Festival-Punta-Cana-3Dmapx600.jpg

O lugar, paradisiaco (deve ser otimo ser GM rsrsrsrsrs)
source http://www.tnetnoc.com/hotelphotos/030/84030/2631759-Club-Med-Punta-Cana-All-Inclusive-Hotel-Exterior-3-DEF.jpg

Essa era mais ou menos a vista da enfermaria (nao viamos quase nada, ja que ficavamos a maior parte do tempo nas cabines de tratamento rs)
source https://farm4.staticflickr.com/3210/4564247298_027a5b132b_b.jpg

Eu dividia um alojamento com outra GO. Cada uma possuia seu proprio quarto, com cama, escrivaninha, armario, espelho e uma pia. Do lado de fora, um banheiro e uma ducha. Os GO possuem uma lavanderia e podiamos comprar alguns itens pessoais na lojinha do Club (fazendo *fiado*, como antigamente ... meu salario foi depositado so ao término do meu contrato, mas isso nao é a pratica comum, normalmente eles pagam mensalmente).

As acomodaçoes sao parecidas com essa aqui =
source https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSYMRr53Crt2NPNFyh6RlLbSh-_wFymSEW9giMbkQw_skzPcc_j

O que eu mais curtia era ficar de bobeira  na praia entre 12h e 15h, o que raramente acontecia, sempre um chamado nos obrigada a voltar para a enfermaria ... mas era tao bom rs. GO nao ficavam na mesma area que os GM, eu ia para um canto mais afastado, perto do spa, onde as européias aproveitavam para fazer topless. Essa é a praia privativa do Club. Nada mal, né?
source http://www.thetravelmagazine.net/I/img_big/08122008101428.jpg


Estava trabalhando muito (muito mesmo!), mas estava me divertindo também, entao estava Ok e considerando ficar até o fim de ano, mas naquele 2008 a tempestade Bertha foi forte 
Bertha 2008 e o Club sofreu bastante. No fim da estaçao de verao, entre ir para o México ou voltar para Montreal, optei por voltar para Montréal.

Era AGOSTO e a turma no CVM começaria em setembro ... La fui conversar com a diretora do Cegep e pedir para que reconsiderasse meu pedido e me aceitasse de volta na turma de outono, onde originalmente havia sido aprovada.

Ela aceitou, consegui começar o AEC em 2008 e o resto .... bem, o resto esta no blog, as experiências como enfermeira no QC estao identificadas com a tag *saga* :-)

Foi minha primeira e unica experiência de summer job. Foi valido, mas nao repetiria ! Até hoje (2014!) quando escuto uma das musiquinhas do crazy signs, lembro da coreografia e me da uns **trimiliques**, pareço os cachorros do Pavlov ... ;-)

Experiências e viagens, nunca esquecerei minha curta passagem no Club Med. :-) Ah, o pao com chocolate branco era di-vi-no, come-se muito bem no Club. ....


source http://www.clubmed.ca/2010/img/115/events/Nike-Junior-Tour/Punta-Cana-2009/crazy-signs.JPG


samedi 29 novembre 2014

meus primeiros empregos .... 2007-2008

O ano é 2007. Cheguei em setembro, estava sol, eu havia um quarto num apartamento na Avenue du Parc e, como imigrei sozinha, havia fechado com uma agência de intercâmbio para o primeiro mês (pisada de bola, se fosse hoje faria diferente e nao usaria agência, mas ... o que passou, passou).

Na casa onde eu tinha o quarto, podiamos usar o computador e a internet. A dona da casa onde morava foi de grande ajuda para destrinchar os sites de emprego e nao demorou muito para me familiarizar com eles. Ja estava com o processo de equivalência encaminhado e esperava poder começar o curso de integraçao no começo de 2008 (so fui conseguir começar em agosto de 2008, mas isso é outra historia ....).

Sabia **MALOMENOS** onde procurar empregos, sabia que nao poderia ser enfermeira, e sabia que para ser infirmière auxiliaire precisaria passar por um processo de equivalência com a OIIAQ. Entao, decidi investir nas vagas de PAB, préposée aux bénéficiaires.

Nao fui no Emploi Quebec, nao tive consultor, nao frequentei grupos de integraçao ao mercado de trabalho, nao fiz francisaçao, nao tinha networking e so conhecia a cidade da minha viagem de prospecçao feita em 2006, de miseras 2 semanas. UFA!

E para procurar emprego, em 2007, como era ? Na area de enfermagem havia alguns sites super uteis, mas nada especificamente voltado para os PAB. Comecei entao pelo site do Emploi Quebec mesmo. Com o mecanismo de busca por palavra-chave, usando *préposée*, eu vi alguns anuncios, e comecei a analisa-los.

Alguns exigiam experiência quebeca (descartei!). Outros, curso de PAB (descartei também). De uma lista potencial de 12, 15 ofertas, so 3 ou 4 se adaptavam ao que eu tinha a oferecer. Me deu um no na garganta e pensei **e se nao conseguir ser PAB?** ....  decidi seguir em frente e enviar para essas vagas, assim mesmo.

A dona da casa entao me ajudou com a carta de apresentaçao. Meu CV foi adaptado para o cargo que eu estava pleiteando, ja que nao vale nada para quem quer ser PAB dizer que como analista comercial eu era responsavel pela captaçao de R$ 1.000.000,00 mensais em procedimentos cirurgicos de clientela particular, né? 
Adapta daqui, adapta dali, coloquei o enfoque na assistência e nas competências que tinha para os cuidados diretos, incluindo os diferentes tipos de pacientes. 

Fiquei na duvida se colocava ou nao o meu bacharelado, eu ainda estava aguardando a resposta da OIIQ (e consequentemente do MICC, na minha época a OIIQ trabalhava em parceria com o MICC e a resposta vinha ao mesmo tempo praticamente). Acabei colocando, afinal tinha meu diploma original e as versoes devidamente traduzidas do historico acadêmico.

Esse *tiro no escuro* inicial nao me rendeu nenhum convite para entrevista. :-(

Minha primeira semana de Québec estava terminando! Comecinho da minha segunda semana, outono dando as caras, outubro e seu arzinho mais gelado, um pouquinho de mudança nas folhagens ... estava começando a achar que ficaria até janeiro procurando emprego e que me veria em 2008 começando o ano pedindo ajuda do BS! La fui eu para o site do EQ, de novo, de umas 10 vagas potenciais, 3 ou 4 poderiam se encaixar no perfil que eu possuia. 

Mandei os CVs. É sempre aquela angustia quando mandamos CVs, né? Felizmente, dessa leva, tive uma resposta ! E isso, no mesmo dia! Estava com menos de 10 dias de Canada, sera que conseguiria meu primeiro emprego ? Fui convidada para fazer uma entrevista no dia seguinte, e fui com a cara e a coragem.

A entrevista foi com o proprio cliente, beneficiario do programa *chèque emploi-service* do governo. (infos aqui = chèque emploi-service ). Meu trabalho seria fazer o periodo do *soir*, 2h de segunda à sexta. Como funçoes = ajudar o senhor quadriplégico  nas tarefas administrativas e da casa (lavar a louça, dobrar as roupas, abrir envelopes, classificar documentos e ajuda-lo com os papéis da cooperativa de habitaçao, onde ele era o secretario) ; oferecer liquidos e o lanche da noite, usando os utensilios desenvolvidos pelos ergoterapeutas (o senhor possuia uma casa completamente adaptada, vivia sozinho ha mais de 20 anos) ; fazer companhia; ajudar à instala-lo na cama, usando um lève-personne : 
 source https://www.youtube.com/watch?v=Vx8xyw5t0pE

e claro, fazer os cuidados de higiene (ajudar para escovar os dentes, esvaziar o saco da sonda urinaria e instalar o condom urinario (nao lembro o nome em português!!) = aqui uma demonstraçao :
source https://www.youtube.com/watch?v=WSkPVze3VCM

Trabalhar so 10h por semana nao estava nos planos, muito menos fazer o horario super esquisito das 9 às 11 da noite! Mas, era minha primeira oportunidade de trabalho, foi a primeira pessoa que me aceitou e nao exigiu curso de préposée, nem PDSB (na época eu nem sabia o que era isso!). Fiquei com ele por 4 meses, aprendi muito !! No mês seguinte ao meu primeiro emprego, consegui uma segunda oportunidade, dessa vez como *intervenante de nuit*, num residencial para crianças autistas e pessoas com deficiências. Se no primeiro emprego eu trabalhava so 2h por dia, no segundo eu fazia uma maratona, era das 5 da tarde até 9 da manha, sabados e domingos. Era um emprego mais fisico, tinha atividades como varrer a casa, limpar o banheiro, além de me ocupar de servir e supervisionar a hora da janta (que era feita pela outra intervenante) e fazer a preparaçao do lanche das crianças para o dia seguinte. Eu fazia ainda todos os cuidados de higiene (banho, preparar para dormir, trocar de roupa, trocar fraldas, etc). Em geral os autistas eram calmos e usavamos pictogramas para a comunicaçao, um método chamado TEACCH, que eu nao conhecia ... Aqui uma demonstraçao :

source https://www.youtube.com/watch?v=vkymZzmg4jw


O residencial tinha 3 andares, os autistas ficavam no terceiro. No andar intermediario eram pessoas com maior grau de dependência, acamados. Minha funçao era como supervisao noturna e trocar as fraldas da madrugada, ja que no andar intermediario uma equipe de 2 PAB ficava até às 21h. Eu ajudava ocasionalmente na hora de colocar a turma para dormir, eram 6 pacientes. No térreo, eram pessoas com deficiência intelectual, mas autônomas, com trabalho durante o dia, atividades escolares, etc. Minhas funçoes eram mais pontuais com esses clientes, como ajudar a instalaçao do BIPAP, verificar o caderno de glicemia, e garantir que os cigarros estavam apagados e eletrodomesticos, desligados.

Meu começo de vida aqui no Canada foi assim : de segunda à sexta, trabalhando 2h por dia e aos finais de semana, fazendo 32h em 2 dias! Com 42h de trabalho por semana e nenhum dia completo de folga, eu tinha um salario bom para iniciante, uns 1500$. O quarto que havia conseguido pela agência de intercâmbio era so para 1 mês, entao antes do fim de outubro eu ja estava em outra co-locaçao, que consegui pelo Kijiji.

Nao preciso dizer que nao aguentei muito tempo nesse ritmo, né? Mesmo trabalhando so 2h durante a semana, os plantoes de 16h aos finais de semana me matavam! Durante a madrugada eu mal conseguia tirar um cochilo, mesmo sabendo que era autorizada a tal. Um dos jovens autistas queria me fazer companhia e se recusava a dormir em seu quarto. Depois de uns dias eu desisti de brigar, falei com meu supervisor e chegamos à uma conclusao: deixariamos o rapaz dormir no sofa da sala, eu ficava la com ele vendo os programas da CMT, a rede country (e eu nem poderia OUSAR tirar da CMT, os rapazes autistas simplesmente adoravam musica country, fazer o quê ? Nunca vi tanto **Hope & Faith** e **Home improvement** na minha vida rs).

À essa altura do campeonato ja estamos em 2008, a OIIQ ainda nao me deu resposta e eu tinha acabado de passar o pior ano novo da minha vida, fazendo plantao extra no residencial de crianças autistas e vendo os fogos de artificio de NY pela tevê! 

Em janeiro,  apos o fatidico réveillon, me dei 3 meses extras de espera por uma resposta da OIIQ, e decidi que deveria mudar de empregos. Sempre usando o site do Emploi Québec, e sem ter curso de PAB nem de PDSB, consegui um terceiro emprego, dessa vez como PAB num residencial para pessoas idosas em perda de autonomia, do outro lado da cidade. Estava morando como co-loc numa casa perto do metrô Beaubien e meu trabalho era bem apos o metrô Lasalle. Me despedi do senhor quadriplégico e do residencial, assumiria enfim apenas um emprego, à temps plein, 35h por semana.

Para quem nao conhece o metrô de Montréal, eu fazia baldeaçao na Berri-UQAM até a estaçao Lasalle e de la, pegava um outro bus. O trajeto levava em média 1h. Uma hora de transporte, eu que havia fugido de Sampa (onde levava 2h no meu trajeto entre a zona norte e o Morumbi!)

source http://www.forgetthebox.net/wp-content/uploads/2013/01/Montreal_Metro_2050_by_DashSpeed.jpg


Meu trabalho #3 nao era de noite, nem de soir ... ao contrario, eu começava às 6 da manha! SEIS DA MANHA!

pergunta do dia : quem em sa consciência vai começar no trabalho às 6 da manha ????

Por la eu aprendi muito também, eu ficava prioritariamente com os idosos em perda de autonomia, mas de vez em quando me colocavam no andar dos idosos autônomos. Adorava trocar historias e aprender com essas pessoas. Era a primeira vez também que estava trabalhando em equipe, meus empregos anteriores era aquela coisa de lobo solitario ... Socializar faz bem, conversar com outros PAB, trocar experiências ... conheci um pessoal muito bacana, pessoas de varios backgrounds! Um advogado da Etiopia que havia encontrado na profissao de PAB uma possibilidade de recomeçar a vida no Canada; algumas PAB quebecas de familias haitianas que falavam em créole ... mas nenhum dos meus colegas de trabalho era enfermeiro **à la base**, eu era a unica.

E quando recebi a resposta da OIIQ, fui me informar sobre o curso de integraçao no Cegep du Vieux Montréal, fiz a prova e começaria na sessao de outono ... Mas eis que eu vejo um anuncio no Jornal Métro do ClubMed, procurando justamente enfermeiros .... 

O que rendeu meu quarto emprego, e no Caribe .... e como enfermeira! 

.... continua ....







samedi 4 octobre 2014

7e anniversaire!

 J'ai complètement oublié mon 7e anniversaire au Canada!

Je suis arrivé au Canada le 26 septembre 2007, via Toronto, comme la plupart des immigrants. Mon accueil a été gentil, mais ... rien de spécial. L'agent d'immigration avait dit le fameux *bienvenue, welcome* (comme dans la chanson du Cabaret,  mais il manquait le **willkommen** !!).

Quoi dire ? 26 septembre 2007 ... Je ne me souviens pas très bien de cette matinée. Il faisait chaud ... J'ai payé 2$ pour un charriot avec mes 2 valises ... L'aéroport était vide... Le vol Sao Paulo - Toronto a été OK, j'ai réussi à dormir quelques heures! Le vol Toronto - Montréal, je ne me rappelle plus ... je suis arrivée, une voiture m'attendait, je rencontre ma nouvelle coloc dans mon premier adresse à Montréal, sur l'Avenue du Parc, un très joli appartement, une colocataire dans sa cinquantaine, un étudiant du Bénin dans l'autre chambre ... mes 2 premières semaines, wow, c'est incroyable comme les premiers jours passent vite! ZUM ZUM ZUM! J'ai commencé ma recherche d'emploi dès mon arrivée et j'ai eu mon premier emploi, comme préposée aux bénéficiaires, de soir, 2 jours par semaine, très rapidement (moins de 2 semaines!). Un travail au privé, mais payé par le gouvernement, via le programme *chèque emploi-service* (ici = emploi-service )

Les jours passent ... mon premier adresse était temporaire, seulement pour mon premier mois ... je me suis déménagé ... j'ai mon deuxième appartement, en colocation, sur la rue St-André, proche du métro Beaubien ... Les jours passent et passent ...  j'ai un deuxième emploi, de nuit, comme PAB dans un résidentiel pour enfants handicapés mentaux. Un travail très physique, très lourd, très exigeant. Il faut survivre, je n'avais pas assez d'argent (BIG MISTAKE! BRING $$$$$!!!) alors, j'ai trouvé un troisième emploi,  comme PAB (toujours!) ... cette fois-ci, dans un résidentiel pour personnes âgées autonomes, semi-autonomes et en perte d'autonomie. Tout en défi! 1 mois, 2 mois, 3 mois ...

Entretemps, j'ai un copain! Et j'ai  reçu une offre de travail comme infirmière à Punta Cana! Je m'en vais! Une tempête tropicale, le retour, la réponse de l'OIIQ ... mon premier anniversaire au Canada! Déjà! Quelle année incroyable!!




La première année est difficile...

La première année est très difficile...

La première année est LA plus difficile...

Les premiers jours sont remplis de découvertes, nous sommes en mode *touriste, Dora l'exploratrice* ... mais la réalité frappe très vite à la porte. Il faut manger, il faut s'habiller, il faut se déplacer ... il faut trouver un travail! Heureusement, j'ai eu mon premier *job* très rapidement, je sais que j'ai eu de la chance, plutôt l'exception que la règle, même entre les infirmières. La fameuse **expérience québécoise** est un vrai défi pour les nouveaux arrivants. C'est le point le plus tenace au début d'une vie au Québec, à mon avis.

Je suis venue seule, je ne connaissais personne. Quand nous immigrons avec notre famille, nous avons d'autres responsabilités. Pour moi, célibataire et sans une réserve gigantesque d'argent (BRING $$$$!), vivre en colocation a été un choix logique et pratique, je ne me voyais pas en train de dépenser une petite fortune dans l'achat d'un lit, d'un canapé ou d'un frigo ... 

Aujourd'hui, j'ai un conjoint, un chat, une voiture, (presque) un diplôme de maitrise, un projet bébé ainsi qu'un projet maison ... l'immigration, cette redécouverte de moi-même, m'a donné une liberté et une manière de comprendre le monde différemment. J'ai appris et j'apprends chaque jour. Mes finances ? Je ne suis pas riche, au contraire! Je suis et je serai *classe moyenne* : je suis née et je vais mourir classe moyenne lol. (bon, présentement, je suis *classe moyenne inférieure*, moi et mon idée de retour aux études tsc tsc tsc ... c'est la vie ...). 

Je suis heureuse, très heureuse ici. Bien sûr, ma famille me manque. Parfois un pastel de feira, ou une autre gâterie brésilienne, me manque. Mais, c'est ici mon chez-moi :-) ET J'ADORE!!!!

Que venham mais 7! Como eu vi isso no ano passado ? Quase idêntico, devia ter feito copiar-colar rsrsrsrsrs : 6 ans







jeudi 7 août 2014

imigraçao que deu certo? (post gigante!)

O que signifca isso, afinal de contas ?

Na Blogosfera ha 1001 posts sobre o processo de imigraçao, sobre como organizar as coisas antes de chegar aqui, sobre como obter os documentos, procurar emprego, e até sobre as maravilhas da Dollarama.  Ha também alguns posts sobre o lado menos **glamour** e algumas mazelas ... Li no blog Cariocas no Canada sobre alguns pontos *ruins* da terrinha ... Nao vou entrar no mérito da questao, acho que isso é tao pessoal quanto torcer pelo Corinthians (Timao ê ô).

Com tanta informaçao dispersa, com tantos relatos e opinioes rolando e com tantas expectativas, o que define, afinal, o sucesso de uma imigraçao?

source http://aureusconsultancy.com/wp-content/uploads/2013/08/li-immigration-visa-620-cbc.jpg

Simples, como tudo na vida, É PESSOAL!

Citando-me como exemplo, ja que posso falar de mim com propriedade e nao irei me processar ....
Eu estou aqui ha 7 anos (bem, completarei oficialmente 7 anos em 1 mês, ok, estou aqui ha 6 anos e 11 meses) e AINDA SOU ESTUDANTE! Foi pela imigraçao que voltei aos estudos ? NO NO! Foi para conseguir avançar na minha profissao, numa area relativamente nova aqui em Québec, como **infirmière praticienne spécialisée** (coisas do destino, minha area profissional existe no QC ha ... 7 anos!). Para obter a vaga no meu curso (mestrado) eu precisei acumular 2 anos de experiência quebeca como enfermeira (é a lei, e dura lex sed lex, vale para todos). Eu estava bem, feliz e contente atuando em EFJ (enfance jeunesse famille), num CLSC (Centre Local de Services Communautaires), de segunda à sexta, vendo apenas 1 paciente por vez, trabalhando 35% do tempo no bureau e participando de projetos de melhoria, como a iniciativa **ami des bébés** e o **modèle McGill**. Mas, formiguinha acadêmica, quis dar um passo avante, que NAO ERA OBRIGATORIO!! (no QC, apenas 35% das enfermeiras possuem formaçao universitaria, e dessas, apenas 3,5% possuem formaçao superior - mestrado ou doutorado = por aqui, nao é aquela **febre** de pos graduaçoes a qualquer custo, apenas com a formaçao CEGEP a enfermeira consegue excelente colocaçao no mercado de trabalho).

Minha imigraçao é um sucesso pois eu sou estudante IPS ou ela ainda nao é um sucesso justamente pelo fato de eu ser estudante? Vamos analisar ...

Quando sai do Brasil, tinha meu processo com a OIIQ encaminhado e esperava uma resposta em 3, 4 meses no maximo! Pois bem, imaginem a decepçao quando descobri que a faculdade no Brasil, a USP, considerada a **top** das **tops** havia cometido um erro grosseiro e errado minha documentaçao, sinalizando 800 horas de estagio ao invés de + de 1800 ? Erro de digitaçao ? pode ser, mas me custou UM ANO de espera!

O que fazer em um ano de espera, quando minha expectativa era de apenas 3 meses? Arregaçar as mangas e trabalhar, e foi isso que eu fiz. Naquela época, achava que minha imigraçao era um fracasso ? NO NO!! Estava &?%$#@!! da vida com a faculdade, com a minha falta de planejamento e com os **e se** que ocupavam minha mente (**e se** eu tivesse esperado a resposta ainda no Brasil, **e se** eu tivesse mais $$, **e se** eu fosse para um curso de francês ...). Sim, eu nao fiz francisaçao, tampouco fiz français langue seconde. Como sabia que teria uma espera pela frente (planejada de 3 meses, lembram?) eu consegui emprego como PAB assim que cheguei ao Canada, foi em menos de 10 dias. Chegar aqui com um francês bom ajudou? E COMO! Eu admiro muito quem vem com um francês macarrônico de **bonjour, ça va**, pois para essas pessoas o degrau é mais alto, a francisaçao ou curso de langue seconde podem ser bem cansativos. Mas, cada pessoa sabe de si, e eu, felizmente, tinha um bom nivel de francês e de inglês quando cheguei aqui. Nao tinha uma reserva $$ absurda, entao procurar emprego rapidamente foi a soluçao mais coerente. Imigrei sozinha, entao nao tive gastos com aluguel de casa nem compra de moveis, ja que alugava um quarto mobiliado (a famosa co-locaçao).

Numa das graças do destino, o quarto onde eu alugava era na casa de um senhor aposentado, que consertava bicicletas no verao e viajava para a Costa Rica no inverno. Eu cheguei em setembro, aluguei o quarto em outubro e em dezembro, antes do Natal, ele me disse **Estou indo para a Costa Rica, ficarei até maio, você pode cuidar das plantas e pegar o correio ?** ... Hein, como assim? pelo preço de 1 quarto (400$) eu teria a casa todinha para mim? E sem me preocupar com pagamento de eletricidade ou TV ? CLARO que eu tomo conta das plantas, que pergunta!!! E assim, naquele momento de questionamentos, obtive de novo a resposta, minha imigraçao estava no caminho certo.

Espera vai, espera vem, a seleçao do CEGEP para o curso de equivalência passando e nada de resposta da USP ... Minha vida como PAB estava tranquila, eu havia acabado de sair da experiência num residencial para crianças autistas (pois o residencial havia sido incorporado pelo sistema publico) e estava num residencial para idosos, onde atravessava a cidade para chegar. Ah, nesse meio tempo conheci meu marido e estavamos de namorico. Dia vai, dia vem, vi um anuncio num jornal *Metro* do ClubMed, procurando enfermeiras! Como assim? Na casa do Gepetto (o apelido que eu dei para o dono do imovel onde eu morava) na tinha internet, entao eu frequentava uma lan house na Avenue du Parc, que nem existe mais .... Estava na lan house aguardando para falar com minha familia pelo Skype quando recebo um chamado, do ClubMed, para uma entrevista virtual! No meio de jogadores e de imigrantes conversando com suas familias, na atmosfera meio escura da lan house, fiz minha entrevista para o Club, em inglês, francês e espanhol! De la, me convocaram para uma entrevista ao vivo e eu deveria **me preparar** com algo **amusant**. Hein ???? Eu nunca fui hospede de um Club Med, nao fazia a menor ideia do que era um GO ou um GM e nao tinha a minima noçao dos crazy signs. Mesmo assim, fui fazer a entrevista. Chegando la, eram mais de 100 pessoas, e na minha inocência, pensei que todos fossem enfermeiros. A grata surpresa, eram candidatos aos mais diversos cargos, de cozinheiros à fotografos, animadores e instrutores de tênis. Fiz a entrevista, participei da dinâmica de grupo, dancei o Crazy signs = esse aqui ... crazy signs e no mesmo dia, recebi a aprovaçao e um contrato de seis meses para trabalhar em Punta Cana, no Caribe. iria embracar em 1 mês. Nesse meio tempo, ENFIN, a resposta da OIIQ dizendo que eu poderia me inscrever num curso de equivalência. Fiz a prova no CVM (Vieux Montréal), fui aprovada e o curso começaria em setembro. Negociei com a diretora para postergar e poder começar apos minha experiência no Club, em janeiro. Achava que minha imigraçao estava super certa e teria uma temporada no Caribe para juntar uma graninha (o salario era baixo, 1500$ mensais, o mesmo que eu fazia como PAB, mas com despesas virtualmente *zero*, a possibilidade de juntar uma graninha era algo real).

Namorado novo, quarto alugado devolvido, fiz minhas malas e disse ao *copain* vir me visitar. A vida como enfermeira no Club nao é facil, so 1 dia de folga na semana, disponibilidade de 24h e 2 periodos de clinica por dia. Mesmo assim, estava aprendendo bastante. Mas, no meio da minha temporada, uma tempestade tropical abalou o Club e destruiu os pipelines! O Club seria fechado para reforma. Me deram a possibilidade de voltar para Montréal com o salario de 3 meses ou ir para o México continuar o contrato. Decidi voltar para Montréal. E, sem lenço nem documento, namorado novo me acolheu na casa dele, como co-loc. Nem preciso dizer que minha situaçao de co-loc rapidamente virou *conjoint de fait* rs ...

Estava ha menos de 10 dias do inicio do curso de equivalência no CVM! Ja havia negociado para começar em janeiro, o que fazer ? Na maior cara de pau, expliquei a situaçao, e por incrivel que pareça, minha demanda foi aceita e eu pude começar naquele ano de 2008. Dizia para mim mesma **agora que o retorno à minha profissao vai efetivamente começar** = somos muito vinculados ao nosso percurso profissional, nao é ? Acabamos nos identificando pela profissao que carregamos, e o fato de ser uma enfermeira sem poder atuar como tal, era bem frustrante (Uma das razoes de ter aceito a oferta no Club, poderia ser enfermeira de novo!). Curso feito, estagio feito, aprovaçao como top-5 da classe e o primeiro emprego como CEPI ! O meu curso de equivalência e meu estagio foram muito tranquilos! Recebia um $$ pelo prêt-et-bourse, vivia com meu conjoint, nao tinhamos carro e gastavamos pouco. La vie est belle!

O ano é 2009, moro na rua Sherbrooke, perto de tudo e escolho um hospital onde posso ir a pé, o Royal Victoria. Anglofono para praticar o inglês. Reconhecem minha experiência, ganho o salario de uma enfermeira com mais de 10 anos de experiência. Opto pelo bloco operatorio e ... sofro nas maos de uma preceptora que era o cao em forma de scrub verde. Queria morrer. Eu odiava o local. E para piorar, uma situaçao dificil na familia, la no Brasil ... Bem, minha primeira crise, decido voltar para **casa** até a situaçao se resolver. Bye namorado-conjoint, até logo. Nesse meio tempo, fiz meu exame da ordem (receberia a resposta no endereço brasuca!).

Foram 4 meses e meio de Brasil. Um emprego obtido com menos de 20 dias (e como gerente em auditoria de enfermagem!). Voltar para a antiga casa, com comidinha da mamae e amigos mais proximos ... Mas, nao estava feliz. Ja havia vivido perrengues no Canada, havia chorado no réveillon de 2007-2008 pois estava sozinha no residencial para crianças autistas e todos dormiam enquanto eu via pela TV os fogos de NY, havia quase congelado os dedos do pé ao tentar ver a parada de Noel, escorreguei de bunda no Parc du Mont Royal, confondi Sherbrooke Est com Ouest ... mas viver em Sampa, reaprender, apos 2 anos, a me espremer no metrô e achar normal, a ver crianças mendigando e considerar como parte do cenario, a ver ricos em seus carroes blindados e pobres em suas casinhas de madeira prensada e a morar numa casa com mais cercas e proteçoes do que Bangu I ... Aff, aquilo nao era mais o meu **chez moi**, eu sentia falta das casas sem grades, dos esquilos, das folhas de outono, e até da neve e do frio intenso. Sentia falta do namorado-conjoint! Eu estava com abstinência de Québec. Problema familiar resolvido, volto pro QC, dessa vez numa aventura incrivel, a vida em région!

Conjoint aceitou o desafio e la fomos nos, em 2010, viver em Abitibi-Témiscamingue, numa cidadezinha de 3 mil habitantes! Viajava a cada oportunidade, mandava quase 1000$ por mês para meus pais ... Se nao fosse pela dificuldade em conseguir um emprego para conjoint, provavelmente estariamos la até hoje, so tenho boas recordaçoes e adorei a experiência! Viver numa cidade sem semaforo, ter a onipresente floresta a nossos pés, poder curtir cachoeiras escondidas e viver *no meio do mato*, aquilo era vida! La vie est belle, n'est-ce pas? Mas, nao da para viver de vento, e mesmo com um salario adequado para nos 2, conjoint sentia que precisava trabalhar.

Voltamos para Montréal, entao! E opa, um trabalho em CLSC, o paraiso das enfermeiras, algo que era considerado praticamente impossivel e que (diz a lenda!) exigiria uns 5 anos de experiência hospitalar quebeca. Pois bem, eu tinha oficialmente pouco mais de 1 ano como *enfermeira*. Que equipe incrivel, trabalhar com clientela vulneravel de um dos bairros mais pobres de Montréal e poder fazer a diferença na vida ds pessoas! Eu estava feliz como enfermeira! Foi no CLSC que eu vi um pouco mais do trabalho de uma IPS, e foi la que resolvi me arriscar na nova aventura. De novo, poderia ficar tranquila no meu canto, a imigraçao estava boa, minha carreira estava boa, estava num apê maravilhoso em Île des Soeurs e com um pôr do sol de cair o queixo, ao lado do rio e de um parque = aqui West vancouver Park e havia comprado um carrao. O proximo passo era ter um bebê! Mas, formiguinha acadêmica, fomos para Québec enfrentar a capital e o mestrado.

Conjoint, maridao mesmo sem certidao, me apoiando sempre! Mudança de padrao de vida, status estudante, cortar despesas ... e os 2 anos mais insanos da minha vida, nunca estudei tanto, nunca me questionei tanto e nunca sofri como durante o mestrado (bem, para acompanhar a dureza dos dois ultimos anos, basta ler o blog rsrsrsrs). E para piorar, nao fui aprovada no segundo estagio, terei que refazer 10 semanas desse ?%$#@&!!!!. mas ja mudei de cidade (de novo!), pois tenho um contrato como CIPS em Vaudreuil-Dorion!

Dsempregada até janeiro, com o $$ da bolsa indo embora mais rapido que o Speedy Gonzales e maridao também sem job (tadinho, ele me segue por todas as aventuras, so nao foi pro Caribe e pro Brasil, mas de resto, esta sempre ao meu lado, merece um prêmio!) é hora de partir pro plano *B* = até janeiro, atuarei como enfermeira (pois é o que sou e serei, a gente se identifica pela nossa profissao, lembram?) contratada por uma agência (btw, emprego obtido no dia seguinte ao envio do meu CV!). Isso me dara a flexibilidade de escolher meus horarios e um bom salario para pagar as dividas que continuam crescendo e guardar um pouco para as famigeradas 10 semanas de estagio em Québec ... 

Isso tudo, um resumo de quase 7 anos de minha aventura de imigraçao. Ja sou canadense, e com orgulho da terrinha fria. Ainda nao tenho casa propria, a minha tao sonhada casa no lago. Ainda nao estou 100% estabilizada profissionalmente e ainda nao sou mamae. Isso faz do meu processo de imigraçao um sucesso ou um fracasso? Eu ousei recomeçar quando sai do Brasil, estava super establizada num dos melhores hospitais do Brasil, atuando como analista comercial. Ousei recomeçar quando fui para région, e ousei recomeçar quando me inscrevi no mestrado IPS. A vida é feita de escolhas, nao me arrependo das minhas. Sou pobre de marré-marré, mas nao deixo de viajar e curtir a vida. Continuo frequentando restaurantes, continuo aproveitando o que o mundo tem a oferecer. Nunca pedi ajuda para o BS, mas se precisar e for realmente o ultimo recurso, o farei sem medo. Minha imigraçao teve altos e baixos, profissionalmente ainda estou lutando pelo meu lugar ao sol, justamente por ter decidido mudar e avançar na carreira. Mas, sem arrependimentos, so vendo cada experiência como aprendizado e me fortalecendo a cada uma delas. Sim, minha historia de imigraçao é a MINHA, é UNICA, é PESSOAL e nao sera reproduzida por mais ninguém. O que faz da minha historia de imigraçao ser um sucesso, na minha opiniao? EU ESTOU FELIZ!

E felicidade, amigo, é o que importa ;-)